Mais do que um exercício formal, a Casa Bola configura-se como a materialização de uma hipótese arquitetônica: uma utopia construída cuja força conceitual ultrapassa sua dimensão física.
É nesse horizonte que surge a Cadeirinha — peça leve, de linhas depuradas e tonalidades claras, concebida em consonância com a escala e as demandas espaciais da casa. Orientada pelos mesmos princípios de funcionalidade e síntese que estruturam a arquitetura, a cadeira responde às exigências de um espaço de metragem reduzida, privilegiando praticidade, clareza construtiva e adequação dimensional.




